A nossa história no Legislativo Paranaense

Angelo Vanhoni
Angelo Carlos Vanhoni nasceu em Paranaguá (PR) no dia 19 de junho em 1955, filho de Vidal Vanhoni e Valéria Samy de Sousa. Seu pai foi deputado estadual, presidente da Assembleia Legislativa do Paraná e secretário de Educação do Estado entre 1956 e 1958.

Frequentou o curso de Filosofia na Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Paraná, transferindo-se em seguida para o curso de Letras na Universidade Federal do Paraná (UFPR), onde se formou no final dos anos 70. Tornou-se professor de língua portuguesa no ensino médio da rede pública estadual, ingressando em seguida nos quadros do extinto Banestado.

Iniciou suas atividades políticas ainda no movimento estudantil militando no grupo trotskista Liberdade e Luta (Libelu), então uma facção política pertencente ao Partido dos Trabalhadores (PT). Na década de 1980 elegeu-se diretor e vice-presidente do sindicato dos bancários de Curitiba, atuando no movimento sindical e chegando a ser eleito secretário-geral da Central Única dos Trabalhadores (CUT) do Paraná.

A partir de sua atuação no sindicato dos bancários filiou-se ao PT em 1981 e foi escolhido pela direção do partido para disputar o mandato de vereador no pleito de 15 de novembro de 1988, elegendo-se com 3.470 votos. Assumindo o mandato em janeiro do ano seguinte, em outubro de 1992 foi reeleito com 2.931 votos. Em sua atuação na Câmara Municipal destacou-se pela sua postura oposicionista ao prefeito de Curitiba e por ter participado ativamente na elaboração da Lei de Incentivo à Cultura, que teve importante papel no estímulo às atividades culturais na cidade. No pleito de outubro de 1994 foi eleito deputado estadual com 9.468 votos. Nessa legislatura atuou como líder da bancada petista na Assembleia Legislativa.

Disputou a prefeitura de Curitiba nos pleitos de 1996, 2000 e 2004. obtendo 83.052 votos resultado considerado expressivo para um partido de esquerda, à época, em Curitiba. Em 1998, reelegeu-se deputado estadual pelo PT com 44.670 votos exercendo o cargo de quarto secretário da mesa executiva da Alep durante esta legislatura. Nesta legislatura foi também presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito do Narcotráfico e teve papel decisivo na elaboração da Lei Estadual de Incentivo à Cultura, originária de um projeto de sua autoria.

Em outubro de 2002 foi eleito para seu terceiro mandato consecutivo como deputado estadual com 130.137 votos, sendo o segundo deputado mais votado do estado, obtendo seu mandato num contexto de grande ascensão do PT no plano federal e estadual. Ao longo do mandato, foi líder do governo de Roberto Requião (PMDB) na Alep entre 2003 e 2004.

Em outubro de 2006 Vanhoni foi eleito para o seu primeiro mandato de deputado federal com 111.036 votos. Foi membro da Comissão de Educação e Cultura e concentrou sua atuação na abordagem de temas relacionados à questão da educação e cultura, e na defesa da ampliação dos direitos sociais de pessoas com deficiência. Destacou-se também nos debates promovendo alterações na Lei Rouanet de incentivo às atividades culturais.

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